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Sistemas Personalizados

Sistemas personalizados para tirar processos críticos do improviso.

Desenvolvemos software sob medida para centralizar informações, controlar status, criar histórico, reduzir retrabalho e dar mais visibilidade para operações que já não cabem em planilhas, WhatsApp e ferramentas soltas.

Antes de construir telas, mapeamos o processo. Antes de prometer sistema, definimos escopo.

Sistema bom não começa com pressa. Começa com clareza sobre o fluxo que precisa ser organizado.

Mapa operacional · v.0CRITÉRIO · SIS
entradas dispersas
planilhacontrole.xlsxcrítica
whatsappatendimento · gruposdisperso
e-mailpedidos · anexosmanual
memóriadono sabe de cabeçafrágil
sistema personalizado
CadastrosPedidosStatusHistóricoPermissõesAprovaçõesRelatóriosPainel
fluxo definido por fasespapéis dono · operação · clienteregras mapeadas antes da tela
operação rastreável
status visívelpedido #4127 · em produção
histórico7 ações registradas
papéis e permissõesdono · operação · cliente
princípiotela é só a ponta — o processo está por trás

Dor · Improviso operacional

Quando a planilha vira operação crítica, o risco cresce junto com a empresa.

Toda empresa começa improvisando algum controle. Uma planilha aqui, uma conversa no WhatsApp ali, um status anotado manualmente, uma pessoa que sabe “de cabeça” onde tudo está.

O problema aparece quando esse improviso vira parte essencial da operação: pedidos se perdem, status ficam invisíveis, relatórios atrasam, permissões não existem, histórico some e o dono precisa ser consultado para tudo.

Um sistema personalizado não serve para “ter um sistema”. Serve para transformar um processo importante em um fluxo mais claro, rastreável e controlável.

  • 01Planilhas críticas que só uma ou duas pessoas conseguem entender.
  • 02Atendimento e operação acontecendo no WhatsApp, sem rastro.
  • 03Status invisível: ninguém sabe em que etapa o pedido está.
  • 04Histórico que some quando alguém sai da empresa.
  • 05Dono virou gargalo — precisa ser consultado para tudo.
  • 06Relatórios manuais, atrasados e difíceis de auditar.
  • 07Ferramentas prontas resolvem parte e criam outros improvisos.

Tese · Processo antes da tela

A tela é só a parte visível. O que importa é o processo por trás dela.

Um sistema personalizado mal pensado vira custo. Um sistema personalizado bem mapeado vira estrutura. Por isso, a Critério não começa pelo desenho de telas soltas.

app · pedidos
#clientestatus
#4127ACME Ltdaprodução
#4126Vivendasnovo
#4125M&P Comerc.aprovado
tela · 1 superfície visível
o que importa antes da tela
fluxonovo → aprovação → produção → entrega
papéisvendedor · operação · cliente · dono
statusnovo · aprovado · produção · entregue · cancelado
regrassó dono aprova acima de X · cliente vê só o próprio
entradasform interno · planilha legada · integração leve
exceçõespedido urgente · cliente novo · estoque crítico

Começamos entendendo o fluxo, os papéis, os status, as entradas, as regras, as exceções e o que realmente precisa ser controlado. Faseamento evita bagunça — grande de uma vez é o caminho mais rápido para um sistema que ninguém usa.

Sinais · Antes da pressa

Talvez esteja na hora de um sistema personalizado quando…

Sintomas que costumam aparecer juntos quando o improviso já não cabe mais. Nenhum sinal isolado é diagnóstico — é o conjunto que mostra a hora.

  • Sua operação depende de planilhas que poucas pessoas entendem.

  • Seu time perde tempo procurando informação em conversas.

  • O status de pedidos, clientes ou processos não fica claro.

  • Você precisa de painel, histórico, permissões ou relatórios.

  • Ferramentas prontas resolvem parte do problema, mas criam outros improvisos.

  • O processo é recorrente, importante e tem regras próprias.

  • Você quer crescer sem depender de controle manual.

Módulos · Possibilidades

O que pode ser organizado em um sistema personalizado.

Não é um pacote fechado. São peças que entram quando o processo da empresa justifica — e ficam de fora quando não fizer sentido. Cada módulo é uma decisão, não um item de catálogo.

  • Pedidos

    Entrada, aprovação, status, exceções e histórico.

  • Atendimento

    Tickets, contexto do cliente e fluxo de resolução.

  • Produção

    Etapas, responsáveis e visibilidade do que está em andamento.

  • Estoque

    Entradas, saídas, mínimos e ajustes — quando proporcional.

  • Agendamentos

    Horários, recursos, disponibilidade e confirmações.

  • Financeiro operacional

    Lançamentos, recebíveis, contas a pagar — sem virar ERP.

  • Aprovações

    Regras de quem aprova o quê, com trilha de decisão.

  • Documentos

    Anexos, versões e amarração com o registro principal.

  • Permissões

    Quem vê, quem edita, quem aprova — por papel.

  • Relatórios

    Visões de operação e gestão, com filtro e período.

  • Painel / Dashboard

    Indicadores que importam para a operação real.

  • Integrações

    Conexão leve com outras ferramentas, quando faz sentido.

    Opcional

módulo entra quando o processo justifica · sai quando vira custo sem retorno

Método · 08 fases

Como a Critério transforma processo em sistema.

Um método curto, criterioso e orientado a entregas proporcionais. Sem promessa de fazer tudo de uma vez — e sem deixar a empresa esperando para começar.

  1. 01 · fase

    Entender o negócio

    Operação, objetivo, contexto e o que está doendo agora.

  2. 02 · fase

    Mapear o processo

    Fluxo real, papéis, status, regras, entradas e exceções.

  3. 03 · fase

    Definir MVP operacional

    O que precisa funcionar primeiro para destravar a operação.

  4. 04 · fase

    Desenhar módulos

    Estrutura de dados, papéis e telas — coerentes entre si.

  5. 05 · fase

    Implementar por fases

    Entregas pequenas, valor logo e correção de rumo entre fases.

  6. 06 · fase

    Validar com critérios

    Cada fase tem critério de aceite — não é “ficou bonito”.

  7. 07 · fase

    Treinar e entregar

    Time aprende a usar e a operação assume o novo fluxo.

  8. 08 · fase

    Acompanhar e evoluir

    Suporte, ajustes e próximas fases quando fizer sentido.

Formatos · Proporcionais

Formatos possíveis — sem prometer tudo.

Seis caminhos. Não seis pacotes fechados. A escolha depende do processo, do estágio da operação e do que faz sentido fazer agora — não tudo, não nada.

  • Formato 01

    Sistema operacional enxuto

    Resolve um fluxo crítico ponta a ponta, sem virar plataforma.

    • MVP operacional do processo principal.
    • Status, histórico e permissões básicas.
    • Relatório essencial para o dono.
    Quando faz sentidoQuando existe um processo recorrente que precisa sair da planilha agora.
  • Formato 02 · recomendado

    Sistema administrativo

    Operação + gestão para times que já cresceram.

    • Vários módulos coordenados por papel.
    • Aprovações e regras por perfil.
    • Dashboards e relatórios estruturados.
    Quando faz sentidoQuando a empresa precisa coordenar pedidos, atendimento, produção ou financeiro operacional.
  • Formato 03

    Portal interno

    Espaço único para o time encontrar informação e executar.

    • Cadastros e documentos centralizados.
    • Acessos por papel e área.
    • Trilha de uso e histórico de ações.
    Quando faz sentidoQuando a operação está dispersa em ferramentas soltas e ninguém acha o que precisa.
  • Formato 04

    Dashboard / Painel de status

    Visibilidade dos indicadores que importam para a operação real.

    • Indicadores definidos com o dono.
    • Filtros por período, área ou responsável.
    • Leitura clara — não “gráfico bonito”.
    Quando faz sentidoQuando a empresa já tem dados, mas não consegue ler operação ao vivo.
  • Formato 05

    Automação / Integrador

    Conexão entre ferramentas para reduzir trabalho manual repetitivo.

    • Tarefa recorrente identificada.
    • Regra de automação clara.
    • Monitoramento simples do que rodou.
    Quando faz sentidoQuando o problema é re-digitação ou repasse manual entre sistemas existentes.
  • Formato 06

    Evolução modular

    Para sistemas que já existem — próximas fases com critério.

    • Mapeamento do que está em uso.
    • Novos módulos por fase.
    • Manutenção e ajustes acompanhados.
    Quando faz sentidoQuando a base existe e precisa crescer sem virar reescrita gigante.

Fit · Antes da proposta

Para quem faz sentido — e quando ainda é cedo para sistema.

Nem toda ideia precisa virar software agora. Se o processo ainda não existe, se o fluxo não está minimamente claro ou se a empresa quer resolver com tecnologia uma falta de decisão interna, o melhor caminho pode ser começar por diagnóstico.

Para quem faz sentido
  • Empresas com processos recorrentes e importantes para o negócio.
  • Operações com planilhas críticas que precisam virar fluxo organizado.
  • Times com mais de um papel envolvido (dono, operação, cliente).
  • Negócios que precisam de histórico, permissões, status ou painel.
  • Empresas que aceitam crescer por fases, com critério e escopo claro.
  • Decisores disponíveis para validar processo e regras antes da tela.
Quando ainda é cedo para sistema

A Critério não trata sistema como pretexto para empurrar projeto. Se faltar processo, decisão ou maturidade, o caminho mais responsável costuma ser começar pelo diagnóstico.

  • A operação ainda não acontece de forma recorrente.
  • O fluxo muda toda semana e ninguém sabe explicar as etapas.
  • A expectativa é copiar um ERP ou SaaS gigante com orçamento mínimo.
  • A empresa quer tudo de uma vez, sem faseamento.
  • Não há decisor disponível para validar o processo.
  • A prioridade real ainda é captação, não operação.

Responsabilidade · Sem confusão

Bug, suporte, manutenção e evolução não são a mesma coisa.

Essa separação protege o cliente e mantém o projeto saudável para crescer com critério. Sem suporte infinito, sem promessa de evolução ilimitada, sem garantia que cobre tudo.

  • Garantia

    Garantia vitalícia contra bugs em entregas próprias

    Se algo foi entregue pela Critério e não funciona como deveria, isso precisa ser corrigido. A garantia cobre o que foi escopado, especificado e implementado pela Critério.

    • Defeito em funcionalidade entregue.
    • Comportamento contrário ao escopo acordado.
    • Erro em regra implementada pela Critério.
  • Não é garantia

    Bug é diferente de mudança

    Garantia não cobre alteração de regra, nova feature, mudança externa, integração quebrada por terceiro ou pedido que muda o que foi combinado. Isso é evolução, não conserto.

    • Nova regra de negócio depois da entrega.
    • Pedido de funcionalidade que não estava no escopo.
    • Mudança em sistema de terceiro que quebra integração.
    • Ajuste de design ou texto fora da especificação.
  • Suporte, manutenção e evolução

    Acompanhamento opcional ou recorrente

    Suporte, treinamento, manutenção, ajustes sutis de regra, melhorias, novas integrações e novos módulos são tratados como acompanhamento e evolução do sistema — escopo separado, com escolha do cliente.

    • Suporte ao uso e dúvidas operacionais.
    • Manutenção e ajustes sutis em regra ou tela existente.
    • Treinamento de novo time ou nova área.
    • Novas fases e módulos novos.

entrega própria · escopo · proporcionalidade · responsabilidade

Portfólio · em curadoria

Cases públicos chegam quando houver autorização e contexto.

A Critério prefere mostrar provas com explicação real — o que estava desorganizado, o que o sistema estruturou e o que continua dependendo de processo, decisão e operação. Enquanto isso, listamos tipos de solução demonstrável e formatos comuns de entrega.

Ver portfólio institucional
  • Tipo · operação

    Sistema operacional de pedidos por fases

    Cadastros, status, histórico e relatórios básicos para times que viviam em planilha. Mostrado com contexto, não com print sem explicação.

  • Tipo · interno

    Portal interno para time distribuído

    Acessos por papel, documentos centralizados e trilha de uso. Imagem real quando houver autorização do cliente.

  • Tipo · painel

    Painel de status / dashboard operacional

    Visão ao vivo do que está em andamento, com filtros úteis. Provas reais entram em curadoria quando autorizadas.

FAQ · Antes da conversa

Perguntas que aparecem antes de começar.

  • Quando o processo é recorrente, importante e já não cabe em planilha, WhatsApp e memória, costuma ser hora de avaliar. Se ainda não houver clareza, o caminho mais responsável é começar pelo diagnóstico — ele indica se sistema é mesmo a melhor próxima decisão.

Próximo passo

Antes de construir telas, mapeamos o processo.

Conte como sua operação funciona hoje — planilha, WhatsApp, ferramentas soltas, gargalos. A Critério avalia se faz sentido começar pelo mapeamento de processo, pelo diagnóstico, ou se ainda é cedo para sistema.

Sem promessa milagrosa. Sem escopo infinito. Primeiro processo, depois sistema.

Três pilares · Caminhos de decisão

Sistemas se conecta com clareza e captação.

Sistemas personalizados não vivem sozinhos. Conecta com o diagnóstico (quando ainda falta clareza) e com a Base de Captação (quando o pilar prioritário é receber oportunidade, não organizar operação).