Sua operação depende de planilhas que poucas pessoas entendem.
Sistemas Personalizados
Sistemas personalizados para tirar processos críticos do improviso.
Desenvolvemos software sob medida para centralizar informações, controlar status, criar histórico, reduzir retrabalho e dar mais visibilidade para operações que já não cabem em planilhas, WhatsApp e ferramentas soltas.
Antes de construir telas, mapeamos o processo. Antes de prometer sistema, definimos escopo.
Sistema bom não começa com pressa. Começa com clareza sobre o fluxo que precisa ser organizado.
Dor · Improviso operacional
Quando a planilha vira operação crítica, o risco cresce junto com a empresa.
Toda empresa começa improvisando algum controle. Uma planilha aqui, uma conversa no WhatsApp ali, um status anotado manualmente, uma pessoa que sabe “de cabeça” onde tudo está.
O problema aparece quando esse improviso vira parte essencial da operação: pedidos se perdem, status ficam invisíveis, relatórios atrasam, permissões não existem, histórico some e o dono precisa ser consultado para tudo.
Um sistema personalizado não serve para “ter um sistema”. Serve para transformar um processo importante em um fluxo mais claro, rastreável e controlável.
- 01Planilhas críticas que só uma ou duas pessoas conseguem entender.
- 02Atendimento e operação acontecendo no WhatsApp, sem rastro.
- 03Status invisível: ninguém sabe em que etapa o pedido está.
- 04Histórico que some quando alguém sai da empresa.
- 05Dono virou gargalo — precisa ser consultado para tudo.
- 06Relatórios manuais, atrasados e difíceis de auditar.
- 07Ferramentas prontas resolvem parte e criam outros improvisos.
Tese · Processo antes da tela
A tela é só a parte visível. O que importa é o processo por trás dela.
Um sistema personalizado mal pensado vira custo. Um sistema personalizado bem mapeado vira estrutura. Por isso, a Critério não começa pelo desenho de telas soltas.
Começamos entendendo o fluxo, os papéis, os status, as entradas, as regras, as exceções e o que realmente precisa ser controlado. Faseamento evita bagunça — grande de uma vez é o caminho mais rápido para um sistema que ninguém usa.
Sinais · Antes da pressa
Talvez esteja na hora de um sistema personalizado quando…
Sintomas que costumam aparecer juntos quando o improviso já não cabe mais. Nenhum sinal isolado é diagnóstico — é o conjunto que mostra a hora.
Seu time perde tempo procurando informação em conversas.
O status de pedidos, clientes ou processos não fica claro.
Você precisa de painel, histórico, permissões ou relatórios.
Ferramentas prontas resolvem parte do problema, mas criam outros improvisos.
O processo é recorrente, importante e tem regras próprias.
Você quer crescer sem depender de controle manual.
Módulos · Possibilidades
O que pode ser organizado em um sistema personalizado.
Não é um pacote fechado. São peças que entram quando o processo da empresa justifica — e ficam de fora quando não fizer sentido. Cada módulo é uma decisão, não um item de catálogo.
Pedidos
Entrada, aprovação, status, exceções e histórico.
Atendimento
Tickets, contexto do cliente e fluxo de resolução.
Produção
Etapas, responsáveis e visibilidade do que está em andamento.
Estoque
Entradas, saídas, mínimos e ajustes — quando proporcional.
Agendamentos
Horários, recursos, disponibilidade e confirmações.
Financeiro operacional
Lançamentos, recebíveis, contas a pagar — sem virar ERP.
Aprovações
Regras de quem aprova o quê, com trilha de decisão.
Documentos
Anexos, versões e amarração com o registro principal.
Permissões
Quem vê, quem edita, quem aprova — por papel.
Relatórios
Visões de operação e gestão, com filtro e período.
Painel / Dashboard
Indicadores que importam para a operação real.
Integrações
Conexão leve com outras ferramentas, quando faz sentido.
módulo entra quando o processo justifica · sai quando vira custo sem retorno
Método · 08 fases
Como a Critério transforma processo em sistema.
Um método curto, criterioso e orientado a entregas proporcionais. Sem promessa de fazer tudo de uma vez — e sem deixar a empresa esperando para começar.
01 · fase Entender o negócio
Operação, objetivo, contexto e o que está doendo agora.
02 · fase Mapear o processo
Fluxo real, papéis, status, regras, entradas e exceções.
03 · fase Definir MVP operacional
O que precisa funcionar primeiro para destravar a operação.
04 · fase Desenhar módulos
Estrutura de dados, papéis e telas — coerentes entre si.
05 · fase Implementar por fases
Entregas pequenas, valor logo e correção de rumo entre fases.
06 · fase Validar com critérios
Cada fase tem critério de aceite — não é “ficou bonito”.
07 · fase Treinar e entregar
Time aprende a usar e a operação assume o novo fluxo.
08 · fase Acompanhar e evoluir
Suporte, ajustes e próximas fases quando fizer sentido.
Formatos · Proporcionais
Formatos possíveis — sem prometer tudo.
Seis caminhos. Não seis pacotes fechados. A escolha depende do processo, do estágio da operação e do que faz sentido fazer agora — não tudo, não nada.
Formato 01 Sistema operacional enxuto
Resolve um fluxo crítico ponta a ponta, sem virar plataforma.
- MVP operacional do processo principal.
- Status, histórico e permissões básicas.
- Relatório essencial para o dono.
Quando faz sentidoQuando existe um processo recorrente que precisa sair da planilha agora.Formato 02 · recomendado Sistema administrativo
Operação + gestão para times que já cresceram.
- Vários módulos coordenados por papel.
- Aprovações e regras por perfil.
- Dashboards e relatórios estruturados.
Quando faz sentidoQuando a empresa precisa coordenar pedidos, atendimento, produção ou financeiro operacional.Formato 03 Portal interno
Espaço único para o time encontrar informação e executar.
- Cadastros e documentos centralizados.
- Acessos por papel e área.
- Trilha de uso e histórico de ações.
Quando faz sentidoQuando a operação está dispersa em ferramentas soltas e ninguém acha o que precisa.Formato 04 Dashboard / Painel de status
Visibilidade dos indicadores que importam para a operação real.
- Indicadores definidos com o dono.
- Filtros por período, área ou responsável.
- Leitura clara — não “gráfico bonito”.
Quando faz sentidoQuando a empresa já tem dados, mas não consegue ler operação ao vivo.Formato 05 Automação / Integrador
Conexão entre ferramentas para reduzir trabalho manual repetitivo.
- Tarefa recorrente identificada.
- Regra de automação clara.
- Monitoramento simples do que rodou.
Quando faz sentidoQuando o problema é re-digitação ou repasse manual entre sistemas existentes.Formato 06 Evolução modular
Para sistemas que já existem — próximas fases com critério.
- Mapeamento do que está em uso.
- Novos módulos por fase.
- Manutenção e ajustes acompanhados.
Quando faz sentidoQuando a base existe e precisa crescer sem virar reescrita gigante.
Fit · Antes da proposta
Para quem faz sentido — e quando ainda é cedo para sistema.
Nem toda ideia precisa virar software agora. Se o processo ainda não existe, se o fluxo não está minimamente claro ou se a empresa quer resolver com tecnologia uma falta de decisão interna, o melhor caminho pode ser começar por diagnóstico.
- Empresas com processos recorrentes e importantes para o negócio.
- Operações com planilhas críticas que precisam virar fluxo organizado.
- Times com mais de um papel envolvido (dono, operação, cliente).
- Negócios que precisam de histórico, permissões, status ou painel.
- Empresas que aceitam crescer por fases, com critério e escopo claro.
- Decisores disponíveis para validar processo e regras antes da tela.
A Critério não trata sistema como pretexto para empurrar projeto. Se faltar processo, decisão ou maturidade, o caminho mais responsável costuma ser começar pelo diagnóstico.
- A operação ainda não acontece de forma recorrente.
- O fluxo muda toda semana e ninguém sabe explicar as etapas.
- A expectativa é copiar um ERP ou SaaS gigante com orçamento mínimo.
- A empresa quer tudo de uma vez, sem faseamento.
- Não há decisor disponível para validar o processo.
- A prioridade real ainda é captação, não operação.
Responsabilidade · Sem confusão
Bug, suporte, manutenção e evolução não são a mesma coisa.
Essa separação protege o cliente e mantém o projeto saudável para crescer com critério. Sem suporte infinito, sem promessa de evolução ilimitada, sem garantia que cobre tudo.
Garantia Garantia vitalícia contra bugs em entregas próprias
Se algo foi entregue pela Critério e não funciona como deveria, isso precisa ser corrigido. A garantia cobre o que foi escopado, especificado e implementado pela Critério.
- Defeito em funcionalidade entregue.
- Comportamento contrário ao escopo acordado.
- Erro em regra implementada pela Critério.
Não é garantia Bug é diferente de mudança
Garantia não cobre alteração de regra, nova feature, mudança externa, integração quebrada por terceiro ou pedido que muda o que foi combinado. Isso é evolução, não conserto.
- Nova regra de negócio depois da entrega.
- Pedido de funcionalidade que não estava no escopo.
- Mudança em sistema de terceiro que quebra integração.
- Ajuste de design ou texto fora da especificação.
Suporte, manutenção e evolução Acompanhamento opcional ou recorrente
Suporte, treinamento, manutenção, ajustes sutis de regra, melhorias, novas integrações e novos módulos são tratados como acompanhamento e evolução do sistema — escopo separado, com escolha do cliente.
- Suporte ao uso e dúvidas operacionais.
- Manutenção e ajustes sutis em regra ou tela existente.
- Treinamento de novo time ou nova área.
- Novas fases e módulos novos.
entrega própria · escopo · proporcionalidade · responsabilidade
Cases públicos chegam quando houver autorização e contexto.
A Critério prefere mostrar provas com explicação real — o que estava desorganizado, o que o sistema estruturou e o que continua dependendo de processo, decisão e operação. Enquanto isso, listamos tipos de solução demonstrável e formatos comuns de entrega.
Ver portfólio institucionalTipo · operação Sistema operacional de pedidos por fases
Cadastros, status, histórico e relatórios básicos para times que viviam em planilha. Mostrado com contexto, não com print sem explicação.
Tipo · interno Portal interno para time distribuído
Acessos por papel, documentos centralizados e trilha de uso. Imagem real quando houver autorização do cliente.
Tipo · painel Painel de status / dashboard operacional
Visão ao vivo do que está em andamento, com filtros úteis. Provas reais entram em curadoria quando autorizadas.
FAQ · Antes da conversa
Perguntas que aparecem antes de começar.
Quando o processo é recorrente, importante e já não cabe em planilha, WhatsApp e memória, costuma ser hora de avaliar. Se ainda não houver clareza, o caminho mais responsável é começar pelo diagnóstico — ele indica se sistema é mesmo a melhor próxima decisão.
Não. A Critério desenvolve sistemas personalizados para organizar processos reais de empresas reais — pedidos, atendimento, produção, estoque, agendamentos, financeiro operacional, painéis, portais internos e integrações leves. Não copiamos SaaS famosos nem prometemos ERP completo por preço acessível.
Sim. A recomendação padrão é justamente essa: identificar um MVP operacional (o fluxo crítico que precisa funcionar primeiro), entregar por fases, validar com critérios e só depois evoluir. Começar grande e tudo de uma vez é o caminho mais comum para sistemas que ninguém usa.
O preço depende do processo, dos módulos envolvidos, das regras, dos papéis e do faseamento. A Critério não trabalha com tabela fixa exposta no site porque cada operação tem complexidade própria. Para conhecer condições atuais, o caminho é mapear o processo ou começar pelo diagnóstico.
Prazo depende do escopo e do faseamento — não existe prazo universal. O que a Critério se compromete é com entregas proporcionais: cada fase tem critério de aceite e prazo definido em conjunto, antes de começar. Promessa de prazo fixo sem mapeamento prévio é sinal de que algo vai dar errado.
Entender o negócio, mapear o processo, definir MVP operacional e desenhar os módulos. Só depois disso a implementação começa. A Critério não desenha tela isolada nem dá orçamento sério sem escopo mapeado — isso protege cliente e fornecedor.
Às vezes sim, às vezes não. Quando o SaaS pronto resolve bem, faz sentido mantê-lo. Sistema personalizado entra quando o processo é específico o bastante para que o pronto crie mais improviso do que organização — e quando o custo do sob medida é proporcional ao ganho operacional.
Não. A garantia cobre bugs em entregas próprias da Critério — defeito em funcionalidade entregue, comportamento contrário ao escopo acordado, erro em regra implementada. Não cobre mudança de regra, nova feature, mudança externa, integração quebrada por terceiro ou pedido fora do escopo. Isso é evolução, não conserto.
Não como “suporte infinito”. Suporte, treinamento, ajustes de regra, melhorias, novas integrações e novos módulos são tratados como acompanhamento opcional ou recorrente — escopo separado, com escolha do cliente. Essa separação protege o cliente e mantém o projeto saudável para crescer.
Aí provavelmente ainda é cedo para construir sistema. O caminho mais responsável costuma ser começar pelo diagnóstico (entender cenário e prioridade) ou por um mapeamento de processo. Sistema personalizado bem feito precisa de um processo que ele possa organizar — não inventar.
Próximo passo
Antes de construir telas, mapeamos o processo.
Conte como sua operação funciona hoje — planilha, WhatsApp, ferramentas soltas, gargalos. A Critério avalia se faz sentido começar pelo mapeamento de processo, pelo diagnóstico, ou se ainda é cedo para sistema.
Sem promessa milagrosa. Sem escopo infinito. Primeiro processo, depois sistema.
Três pilares · Caminhos de decisão
Sistemas se conecta com clareza e captação.
Sistemas personalizados não vivem sozinhos. Conecta com o diagnóstico (quando ainda falta clareza) e com a Base de Captação (quando o pilar prioritário é receber oportunidade, não organizar operação).
Sistemas Personalizados
Software sob medida para organizar processos críticos por fases.
Pilar atual